Curso Online de TREINAMENTO DE ALTURA NIVEL 1

Curso Online de TREINAMENTO DE ALTURA NIVEL 1

Normas e Regulamentos: Estudo das leis e exigências legais aplicáveis ao trabalho em altura. Análise de Risco: Identificação de perigos,...

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Normas e Regulamentos: Estudo das leis e exigências legais aplicáveis ao trabalho em altura.
Análise de Risco: Identificação de perigos, avaliação de riscos e definição de condições impeditivas (como o mau tempo).Riscos Potenciais: Conhecimento sobre os perigos inerentes a atividades acima de 2 metros e respetivas medidas de controlo.
Proteção Coletiva: Utilização e importância dos sistemas de proteção coletiva.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Seleção, inspeção, vestimenta correta e conservação de cinturões tipo paraquedista, talabartes e trava-quedas.Emergências e Resgate: Noções básicas de primeiros socorros e condutas em situações de emergência ou resgate após uma queda

TECNICO DE ALPINISMO INDUSTRIAL N1 INTERNACIONAL



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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • Boas-vindas a capacitação de altura;Falaremos da Importância da meta "Zero Acidentes" em ambientes suspensos. Técnicos: Competência Operacional, Mitigação de Riscos.Orientação .

  • Gestão de Segurança no Trabalho em Altura Conceitos Técnicos e Operacionais Diretrizes e Práticas de Prevenção Conforme a NR-35 Norma Regulamentadora, Prevenção de Riscos, Profissional Autorizado.

  • O que define o Trabalho em Altura?Definição: Toda atividade executada acima de 2,00 metros do nível inferior onde haja risco de queda.Responsabilidade: Avaliação prévia das condições de trabalho pelo empregador.Obrigatoriedade: Aptidão médica registada no Atestado de Saúde Ocupacional (ASO).Termos Técnicos: Nível de referência, Risco Espontâneo, Triagem Médica Ocupacional.Orientação Visual: Esquema gráfico que indica o chão como "ponto zero" e uma linha de cota marcando 2,00 metros de altura com um operário posicionado.

  • Análise de Risco e PlaneamentoAnálise Preliminar de Risco (APR) e Permissão de Trabalho (PT)APR: Documento que antecipa os perigos potenciais antes do início da tarefa.PT: Autorização escrita e datada para atividades de alta criticidade.Fatores Ambientais: Avaliação de ventos fortes, chuva, descargas atmosféricas e iluminação. APR (Análise Preliminar de Risco), PT (Permissão de Trabalho), Condições Impeditivas.

  • Sistemas de Proteção Coletiva (SPCQ)Medidas de Proteção Coletiva contra Quedas Hierarquia de Segurança: A proteção coletiva antecede sempre a proteção individual.Dispositivos Comuns: Instalação de guarda-corpos rigidos, rodapés de proteção e redes de segurança.Sinalização: Isolamento perimetral da área inferior para evitar impacto por queda de ferramentas.Termos Técnicos: SPCQ (Sistema de Proteção Coletiva contra Quedas), Guarda-corpo, Membrana de Retenção.Orientação Visual: Desenho técnico de uma plataforma ou andaime destacando o sistema de guarda-corpo metálico (corrimão, travessa intermédia e rodapé)

  • Equipamentos de Proteção Individual (SPIQ)Título: Elementos do Sistema de Proteção IndividualCinturão de Segurança: Modelo tipo paraquedista com pontos de ancoragem dorsal e frontal.Dispositivos de Ligação: Conexão segura entre o trabalhador e a estrutura fixa.Inspeção Prévia: Verificação diária obrigatória contra fissuras, desgastes e deformações nos têxteis e ferragens.Termos Técnicos: SPIQ (Sistema de Proteção Individual contra Quedas), Cinto Tipo Paraquedista, Tecido Sintético de Alta Tenacidade.

  • Componentes de Conexão e AncoragemTalabartes, Trava-quedas e Pontos de AncoragemTalabarte Duplo: Permite a movimentação contínua mantendo pelo menos um ponto fixado.Trava-quedas: Dispositivo mecânico automático de bloqueio rápido instalado na linha de vida.ZQC: Espaço livre mínimo necessário abaixo do trabalhador para evitar o choque contra o solo em caso de queda.Talabarte em "Y", Trava-quedas Guiado, ZQC (Zona de Livre Queda), Absorvedor de Energia.

  • Procedimentos de Emergência e SalvamentoPlano de Resposta a Emergências e ResgatePlano de Resgate: Cenários previstos para a retirada rápida do trabalhador suspenso.Trauma de Suspensão: Risco de compressão das veias das coxas devido ao uso prolongado do cinto pós-queda.Primeiros Socorros: Monitorização de sinais vitais e posicionamento correto da vítima após o resgate.Termos Técnicos: Trauma de Suspensão Inerte (Mal do Arnês), Resgate Vertical, Kit de Evacuação Rápida.

  • Mosquetões e Conectores Ovais/Simétricos Formatos de conectores (Oval, D, Assimétrico); Tipos de travas (Rosca manual, Dupla ação automática, Tripla ação).Termos Técnicos: Conector Tipo B (Base), Eixo Maior de Carga, Trava de Segurança Automática Quarter-Turn.

  • Inspeção e Descartes de EPIsChecklist diário; Critérios para descarte imediato (contato com produtos químicos, cortes nas fitas, exposição a uma queda real).Termos Técnicos: Critério de Descarte Compulsório, Fita de Testemunha de Carga, Fadiga de Material Têxtil

  • Introdução à Física da Queda LivreComo a gravidade acelera o corpo; Conversão de energia potencial gravitacional em energia cinética destrutiva.Termos Técnicos: Aceleração Gravitacional (g = 9,81 m/s²), Massa Dinâmica, Energia de Impacto Terminal.


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  • Boas-vindas a capacitação de altura; Falaremos da Importância da meta "Zero Acidentes" em ambientes suspensos. Técnicos: Competência Operacional, Mitigação de Riscos .
  • Orientação .
  • Gestão de Segurança no Trabalho em Altura Conceitos Técnicos e Operacionais Diretrizes e Práticas de Prevenção Conforme a NR-35
  • Norma Regulamentadora, Prevenção de Riscos, Profissional Autorizado.
  • O que define o Trabalho em Altura?
  • Definição: Toda atividade executada acima de 2,00 metros do nível inferior onde haja risco de queda.
  • Responsabilidade: Avaliação prévia das condições de trabalho pelo empregador. Obrigatoriedade: Aptidão médica registada no Atestado de Saúde Ocupacional (ASO).Termos Técnicos: Nível de referência, Risco Espontâneo, Triagem Médica Ocupacional.
  • Orientação Visual: Esquema gráfico que indica o chão como "ponto zero" e uma linha de cota marcando 2,00 metros de altura com um operário posicionado.
  • Análise de Risco e Planeamento Análise Preliminar de Risco (APR) e Permissão de Trabalho (PT) APR: Documento que antecipa os perigos potenciais antes do início da tarefa.PT: Autorização escrita e datada para atividades de alta criticidade. Fatores Ambientais: Avaliação de ventos fortes, chuva, descargas atmosféricas e iluminação. APR (Análise Preliminar de Risco), PT (Permissão de Trabalho), Condições Impeditivas.
  • Sistemas de Proteção Coletiva (SPCQ) Medidas de Proteção Coletiva contra Quedas Hierarquia de Segurança: A proteção coletiva antecede sempre a proteção individual. Dispositivos Comuns: Instalação de guarda corpos rígidos, rodapés de proteção e redes de segurança.
  • Sinalização: Isolamento perimetral da área inferior para evitar impacto por queda de ferramentas. Termos Técnicos: SPCQ (Sistema de Proteção Coletiva contra Quedas), Guarda corpo, Membrana de Retenção.
  • Orientação Visual: Desenho técnico de uma plataforma ou andaime destacando o sistema de guarda corpo metálico (corrimão, travessa intermédia e rodapé)
  • Equipamentos de Proteção Individual (SPIQ) Título: Elementos do Sistema de Proteção Individual Cinturão de Segurança: Modelo tipo paraquedista com pontos de ancoragem dorsal e frontal. Dispositivos de Ligação: Conexão segura entre o trabalhador e a estrutura fixa. Inspeção Prévia: Verificação diária obrigatória contra fissuras, desgastes e deformações nos têxteis e ferragens. Termos Técnicos: SPIQ (Sistema de Proteção Individual contra Quedas), Cinto Tipo Paraquedista, Tecido Sintético de Alta Tenacidade.
  • Componentes de Conexão e Ancoragem Talabartes, Trava-quedas e Pontos de Ancoragem Talabarte Duplo: Permite a movimentação contínua mantendo pelo menos um ponto fixado.
  • Trava-quedas: Dispositivo mecânico automático de bloqueio rápido instalado na linha de vida. ZQC: Espaço livre mínimo necessário abaixo do trabalhador para evitar o choque contra o solo em caso de queda. Talabarte em "Y", Trava-quedas Guiado, ZQC (Zona de Livre Queda), Absorvedor de Energia.
  • Procedimentos de Emergência e Salvamento Plano de Resposta a Emergências e Resgate Plano de Resgate: Cenários previstos para a retirada rápida do trabalhador suspenso. Trauma de Suspensão: Risco de compressão das veias das coxas devido ao uso prolongado do cinto pós-queda. Primeiros Socorros: Monitorização de sinais vitais e posicionamento correto da vítima após o resgate.Termos Técnicos: Trauma de Suspensão Inerte (Mal do Arnês), Resgate Vertical, Kit de Evacuação Rápida.
  • Mosquetões e Conectores Ovais/Simétricos Formatos de conectores (Oval, D, Assimétrico); Tipos de travas (Rosca manual, Dupla ação automática, Tripla ação). Termos Técnicos: Conector Tipo B (Base), Eixo Maior de Carga, Trava de Segurança Automática Quarter-Turn.
  • Inspeção e Descartes de EPIs Checklist diário; Critérios para descarte imediato (contato com produtos químicos, cortes nas fitas, exposição a uma queda real).Termos Técnicos: Critério de Descarte Compulsório, Fita de Testemunha de Carga, Fadiga de Material Têxtil
  • Introdução à Física da Queda Livre Como a gravidade acelera o corpo; Conversão de energia potencial gravitacional em energia cinética destrutiva.
  • Termos Técnicos: Aceleração Gravitacional (g = 9,81 m/s²), Massa Dinâmica, Energia de Impacto Terminal.
  • Análise do Fator de Queda Crítico (FQ = 2)Conteúdo: Por que ancorar abaixo dos pés é a condição mais perigosa; Altura total de queda livre é o dobro do tamanho do talabarte.Termos Técnicos: Sobrecarga Estrutural, Força de Retenção Crítica, Desaceleração Violenta.
  • Cálculo da Zona de Livre Queda (ZQC)Conteúdo: Variáveis obrigatórias no cálculo para garantir que o trabalhador não atinja o solo durante a retenção da queda.Termos Técnicos: ZQC (Zona de Livre Queda), Comprimento do Talabarte ((L_{t})), Extensão do Absorvedor ((E_{a})), Distância Olhal-Pé ((D_{o}p)), Margem de Segurança ((M_{s})
  • Efeito Pêndulo em Quedas Verticais Risco de movimentação oscilatória lateral caso o ponto de ancoragem não esteja centralizado verticalmente acima do operador.
  • Impacto Orgânico das Forças de Frenagem O limite biológico tolerado pelo corpo humano antes de sofrer lesões internas graves ou fraturas de pelve/coluna. Termos Técnicos: Limite de Tolerância Biológica (600 kgf ou 6 kN), Desaceleração G, Lesão por Desaceleração Orgânica.
  • Segurança Operacional em Andaimes Fachadeiros e Modulares Estabilidade de sapatas; Uso de travamento em X; Forração completa de pisos de trabalho sem frestas.
  • Andaimes Suspensos (Balancins) Sistemas de fixação por vigas ou contrapezos no topo do prédio; Uso obrigatório de cabo de aço secundário para o trava-quedas (independente).
  • Escadas Portáteis (Extensíveis e de Abrir)Conteúdo: Ângulo correto de inclinação (proporção 4:1); Amarração do topo; Uso apenas para acessos rápidos ou tarefas leves de curtíssima duração.
  • Escadas Fixas Tipo Marinheiro Exigência de gaiolas de proteção (gaiola de segurança); Uso obrigatório de trilho ou cabo central para conexão permanente do trava-quedas vertical.
  • Plataformas de Trabalho em Altura (PTA / PEMT) Plataformas tipo tesoura e tipo lança articulada; Uso obrigatório de cinto ancorado no ponto interno indicado pelo fabricante do equipamento.
  • O Plano de Resposta a Emergências (PRE) Estrutura básica de um plano de resgate; Tempo de resposta ideal; Definição de papéis dentro da brigada de emergência em altura.
  • Trauma de Suspensão Inerte (Mal do Arnês) Explicação fisiológica do acúmulo de sangue nas pernas devido à imobilidade vertical; Risco de choque hipovolêmico ou parada cardíaca em poucos minutos.
  • Técnicas de Alívio do Trauma de Suspensão Uso de fitas estribo portáteis para o trabalhador apoiar os pés e simular uma caminhada enquanto aguarda o resgate aéreo.
  • Equipamentos de Resgate Vertical IndustrialConteúdo: Polias de placas oscilantes, bloqueadores mecânicos, cordas de alma e capa de baixo coeficiente de estiramento.
  • Sistemas de Vantagem Mecânica (Desmultiplicação de Força) Uso de sistemas de blocos de polias para reduzir o esforço físico necessário para içar ou descer uma vítima pesada em altura.
  • Procedimentos Pós-Resgate e Atendimento Médico Conteúdo: Posicionamento correto da vítima ao chegar ao solo (nunca deitar reto imediatamente caso tenha ficado muito tempo suspensa para evitar sobrecarga cardíaca abrupta).
  • Sempre inspecione seus equipamentos; Respeite os fatores de queda e evite o Fator 2; Nunca trabalhe sozinho em altura. Termos Técnicos: Verificação Check-and-Double-Check (Inspeção Cruzada Pareada), Tolerância Zero Operacional.
  • d) disponibilizar, através dos meios de comunicação da organização de fácil acesso ao trabalhador, instruções de segurança contempladas na AR, PT e procedimentos operacionais a todos os integrantes da equipe de trabalho; e) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis; disposição específica em outra Norma Regulamentadora.
  • h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível; i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura; e j) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta NR, por período mínimo de 5 (cinco) anos, exceto se houver
  • 35.3.2 Cabe ao trabalhador cumprir as disposições previstas nesta norma e no item 1.4.2 da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01) - Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, e os procedimentos operacionais expedidos pelo empregador. 35.4 Autorização, Capacitação e Aptidão 35.4.1 Todo trabalho em altura deve ser realizado por trabalhador formalmente autorizado pela organização.
  • 35.4.1.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar suas atividades.
  • 35.4.1.2 A autorização para trabalho em altura deve considerar: a) as atividades que serão desenvolvidas pelo trabalhador; b) a capacitação a que o trabalhador foi submetido; e c) a aptidão clínica para desempenhar as atividades
  • 35.4.1.3 A autorização deve ser consignada nos documentos funcionais do empregado.
  • 35.4.1.3.1 A organização deve estabelecer sistema de identificação que permita a qualquer tempo conhecer a abrangência da autorização de cada trabalhador.
  • 35.4.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado no processo de capacitação, envolvendo treinamento, teórico e prático, inicial, periódico e eventual, observado o disposto na NR-01.
  • 35.4.2.1 O treinamento inicial, com carga horária mínima de 8 (oito) horas, deve ser realizado antes de o trabalhador iniciar a atividade e contemplar: (Prazo de realização - Vide Art. 8º da Portaria MTE nº 1.259,Este texto não substitui o publicado no DOU de 15 de julho de 2026) a) normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
  • b) AR e condições impeditivas; c) riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle; d) sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva; e) EPI para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso; f) acidentes típicos em trabalhos em altura; e g) condutas em situações de emergência, incluindo noções básicas de técnicas de resgate e de primeiros socorros.
  • Utilize os EPIS necessários sempre para trabalho em altura